No escuro um caminho
No escuro mil caminhos
Sem saber onde chegar
Cego no trilhar da vida
O desejo guia
Nenhuma garantia
A beleza está na surpresa
A beleza está na surpresa
A beleza está na surpresa
É preciso decidir
Ou apenas seguir
Um sentido
Uma direção
O coração
A razão
A beleza está na surpresa
A beleza está na surpresa
A beleza está na surpresa
Loucura da alma
Imaginar o fim
Devaneio da alma
Deixar levar
Entre mil caminhos
Há de se achar
terça-feira, 29 de julho de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Desejo
O cru, o escuro
A carne fraca que quer se entregar
O sussurro do silêncio
Você não vem
Gemidos mentais
O afago da mão
O frio dos dedos
Aperta os seios
Possui a mente
O sussurro do silêncio
Gemidos mentais
Você não vem
Xibé
Pará, Pará, Pará, para o Pará.
Dá uma tigela de açaí e rede pra deitar,
Pará, Pará, Pará, para o Pará.
Na sombra da samaúma, vendo o guará voar.
Pará, Pará, Pará, para o Pará.
Pega o ouriço da castanha, para o batuque soar
Pará, Pará, Pará, para o Pará
Navega no rio e vai para o mar
Pará, Pará, Pará, para o Pará
Pará, Pará, Pará, leva o Pará
Pará, Pará, Pará, égua do Pará
Oásis
Enquanto eu viro deserto, você é meu oásis
e eu me disperso em grãos de areia
na sua brisa, na nossa brisa
do verde sabor
o balançar das almas retangulares
em rede do amor tântrico
e eu deserto, você oásis
na festa neural de fantasias coloridas
rego a mim em teus lábios
desmancho em você meu deserto
nas suas peças de lego
e eu me disperso em grãos de areia
na sua brisa, na nossa brisa
do verde sabor
o balançar das almas retangulares
em rede do amor tântrico
e eu deserto, você oásis
na festa neural de fantasias coloridas
rego a mim em teus lábios
desmancho em você meu deserto
nas suas peças de lego
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