Então me pego em pranto
Na carência me percebo vã
A raiva inquieta os sentidos
E o sangue teima em entupir
os sentimentos que afloram
Agora vai, desce, deixo fluir
a normalidade, o humano, o feminino
Descontrolo controladamente
Não nego mais o corpo
que o espírito escolheu
Tudo bem ser terreno
Desfruto desse momento
que mesmo decepcionante
É do corpo sujo que cresce a alma limpa.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Entregue-se à luz
A dor do enfado
O cansaço da vida
O desejo mórbido de não mais respirar
Por que não hoje?
Por que não agora?
Vem o trem que finda a luz do seu túnel
Jogar-se e morrer?
Correr o quanto der?
Subir e transitar a dor do renascimento
Da dor à cura
Do cansaço à paz
E o feliz alívio de ainda respirar
O cansaço da vida
O desejo mórbido de não mais respirar
Por que não hoje?
Por que não agora?
Vem o trem que finda a luz do seu túnel
Jogar-se e morrer?
Correr o quanto der?
Subir e transitar a dor do renascimento
Da dor à cura
Do cansaço à paz
E o feliz alívio de ainda respirar
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Para 2015
2015
Prometa será um ano novo melhor
Prometo serei um humano melhor
Seremos melhores, sem promessas
2015
Esteja pronto de dias abertos
Estarei pronto de coração aberto
Estaremos abertos, mesmo incompletos
2015
Surpreenda a mim
Surpreenderei a você
Surpreenderemos o mundo, juntos
Prometa será um ano novo melhor
Prometo serei um humano melhor
Seremos melhores, sem promessas
2015
Esteja pronto de dias abertos
Estarei pronto de coração aberto
Estaremos abertos, mesmo incompletos
2015
Surpreenda a mim
Surpreenderei a você
Surpreenderemos o mundo, juntos
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