A dor do enfado
O cansaço da vida
O desejo mórbido de não mais respirar
Por que não hoje?
Por que não agora?
Vem o trem que finda a luz do seu túnel
Jogar-se e morrer?
Correr o quanto der?
Subir e transitar a dor do renascimento
Da dor à cura
Do cansaço à paz
E o feliz alívio de ainda respirar
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